Entre o Silêncio Estratégico de JHC e o Espectro da Unanimidade.
JHC e Renan Filho O tabuleiro político de Alagoas para 2026 apresenta uma configuração tão rara quanto perigosa. De um lado, o prefeito de Maceió, JHC, ostenta um capital eleitoral que beira a hegemonia, e de outro, um silêncio enigmático que paralisa aliados e alimenta as especulações sobre um "Acordão de Brasília". Como analista, observo que não estamos apenas diante de uma tática de bastidor, mas de um movimento que ameaça esvaziar o dissenso democrático em favor de uma conveniência de cúpula. O "silêncio estratégico" de JHC não é apenas uma pausa para reflexão, é um instrumento de controle , ele mantém o xadrez político congelado a seu favor. O epicentro desse silêncio reside na Praça dos Três Poderes. O pivô do chamado "Acordão de Brasília" que produz uma paralisia sistêmica: vereadores da bancada, deputados aliados e secretários municipais vivem no escuro, sem diretrizes, o "acordão" desenha dois destinos opostos, um dos quais repres...